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Pelcor no MOMA de Nova Iorque 2

A PELCOR vai expor os seus objectos de design feitos de cortiça algarvia no  Museu de Arte Moderna (MOMA) de Nova Iorque, um dos mais conceituados museus mundiais, a partir de Maio.
Produtos de design luxuosos concebidos a partir da casca de sobreiro como chapéus de chuva, bolsas de cosmética, relógios de pulso, aventais, malas a tiracolo, sacos de compras, bolsas para moedas, carteiras para homem e para cartões de visita são alguns dos objectos amigos do ambiente que vão estar na “MOMA Design Store: Destination Portugal”.
Os produtos de cortiça vão também estar à venda na loja de lembranças do MOMA, referiu Sandra Correia, reconhecendo que esta iniciativa significa um aumento do volume de negócios na ordem dos 10%.

A PELCOR vai expor os seus objectos de design feitos em cortiça no  Museu de Arte Moderna (MOMA) de Nova Iorque, um dos mais conceituados museus mundiais.

A partir de Maio, Nova Iorque e o mundo vão poder ver chapéus de chuva, bolsas de cosmética, relógios de pulso, aventais, malas e carteiras, tudo produtos luxuosos de design, executados a partir da casca de sobreiro. Os produtos de cortiça vão também estar à venda na loja de lembranças do MOMA.

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Nascida da indústria da Cortiça, a marca Pelcor tem vindo a conquistar um lugar no mercado, tanto interno como externo. Está representada na Europa, na China, no Japão, no Canadá, Estados Unidos e até mesmo na Arábia Saudita.

Entretanto, as  peças Pelcor podem ser adquiridas na loja Amar Portugal.

Sardinha portuguesa com certificação 1

sardinha
A sardinha capturada na costa marítima portuguesa é a única espécie de peixe em toda a Península Ibérica que a partir de sexta-feira passa a ter certificação de qualidade, como resposta às preocupações sobre a sustentabilidade dos recursos.
A Associação Nacional das Indústrias de Conservas de Peixe encara com optimismo a certificação que será atribuída à sardinha capturada na costa portuguesa e adianta que as indústrias estão prontas a responder às exigências de qualidade.
Narciso Castro e Melo, secretário-geral da associação, revelou que as conserveiras se modernizaram-se e estão já a aplicar regras de segurança alimentar que lhes permitem responder aos apertados critérios relacionados com a certificação ambiental da sardinha. A certificação era aliás “indispensável para aumentar a competitividade” da indústria de conservas, sobretudo em relação a Marrocos e Espanha.
Grande parte da produção nacional vai para o mercado externo, em particular para países do norte da Europa onde a sensibilidade em relação ao rótulo ecológico nos produtos alimentares é muito grande, daí a importância vital desta etiqueta.

A sardinha capturada na costa marítima portuguesa é a única espécie de peixe em toda a Península Ibérica que a partir de sexta-feira passa a ter certificação de qualidade, como resposta às preocupações sobre a sustentabilidade dos recursos.

A Associação Nacional das Indústrias de Conservas de Peixe encara com optimismo a certificação que será atribuída à sardinha capturada na costa portuguesa e adianta que as indústrias estão prontas a responder às exigências de qualidade.

Narciso Castro e Melo, secretário-geral da associação, revelou que as conserveiras se modernizaram-se e estão já a aplicar regras de segurança alimentar que lhes permitem responder aos apertados critérios relacionados com a certificação ambiental da sardinha. A certificação era aliás “indispensável para aumentar a competitividade” da indústria de conservas, sobretudo em relação a Marrocos e Espanha.

Grande parte da produção nacional vai para o mercado externo, em particular para países do norte da Europa onde a sensibilidade em relação ao rótulo ecológico nos produtos alimentares é muito grande, daí a importância vital desta etiqueta.

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