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	<title>Portugal Tribe</title>
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		<title>Uma nova forma de decantar o vinho chega à Europa pelas mão de um português</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 08:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sonia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Aplica-se na garrafa, faz &#8220;rodar&#8221; o vinho e permite vertê-lo directamente para o copo. Inventado nos EUA, o Soiree vai agora à conquista da Europa a partir de Portugal
Durante anos foram apenas amigos, que se encontravam nas horas mortas em New Jersey, EUA. A paixão pelo vinho uniu-os num negócio em comum e, hoje, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aplica-se na garrafa, faz &#8220;rodar&#8221; o vinho e permite vertê-lo directamente para o copo. Inventado nos EUA, o Soiree vai agora à conquista da Europa a partir de Portugal</p>
<p>Durante anos foram apenas amigos, que se encontravam nas horas mortas em New Jersey, EUA. A paixão pelo vinho uniu-os num negócio em comum e, hoje, o arquitecto norte-americano Andrew Lazorchak e o empresário português Lino Tavares podem gabar-se de ter dado vida ao primeiro decantador de vinho que se aplica na garrafa, o Soiree. Nos Estados Unidos, já facturou um milhão de dólares (757 mil euros) no ano passado e é vendido em mais de 250 lojas de especialidade e estabelecimentos comerciais do país. Mas foi Lino Tavares que o trouxe para Portugal e está agora a iniciar a distribuição para a Europa a partir do território nacional.</p>
<p>O Soiree é como se fosse uma rolha grande de vidro em forma de balão, que é introduzida na garrafa. Mal esta é virada, o vinho começa a rodar dentro do decantador e vai &#8220;saltando&#8221; devido aos recortes desenhados no vidro. É isto que permite infundir oxigénio ao vinho e fazê-lo respirar antes de verter para o copo.</p>
<p>&#8220;É como se fosse a água a correr por um ribeiro cheio de pedras&#8221;, resume Lino Tavares. &#8220;Os vinhos precisam de respirar mas ninguém tem paciência para ir buscar um decantador ao armário, lavá-lo, deitar para lá o vinho e estar à espera 45 minutos&#8221;, afirma o responsável pela Soiree Europa. Com este novo decantador, a oxigenação é mais rápida e o vinho pode consumir-se logo depois da abertura da garrafa.</p>
<p><a href="http://portugaltribe.com/wp-content/decantador-vinho4.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1000" src="http://portugaltribe.com/wp-content/decantador-vinho4-220x300.jpg" alt="" width="220" height="300" /></a>Quando conheceu o arquitecto de New Jersey Andrew Lazorchak, Lino Tavares não fazia ideia de um dia viriam a partilhar mais do que um entusiasmo pelo mundo dos vinhos. Os bisavós do empresário português eram pequenos produtores de vinho na região do Dão. &#8220;Nos anos 60, alguns emigraram e a vinha virou pinhal, mas o gosto pelo vinho manteve-se e todos aprendemos a apreciar vinho&#8221;, conta Lino Tavares, que tem negócios no ramo imobiliário em Portugal.</p>
<p>Enquanto saltitava entre o país natal e os Estados Unidos, onde tem casa, conheceu Andrew Lazorchak. &#8220;Juntávamo-nos muitas vezes e ele, como era um grande entusiasta de vinhos, estava sempre à procura de uma maneira mais rápida e eficaz de o decantar&#8221;, recorda.</p>
<p>O arquitecto norte-americano costumava dizer que 97 em cada 100 garrafas de vinho que são vendidas não são depois submetidas à decantação. Era preciso criar uma solução rápida e eficaz. Após várias experiências e protótipos, Andrew Lazorchak inventava o Soiree. Lino Tavares investiu na ideia e, ainda em 2007, o produto fazia a sua estreia nos EUA.</p>
<p>Logo no primeiro ano venderam-se sete mil unidades. Em 2009, já foram mais de 60 mil e, este ano, a expectativa é ultrapassar os 100 mil decantadores vendidos. No ano passado, a empresa já facturou um milhão de dólares com o decantador, que tem um custo para o consumidor de 25 euros. O sucesso inicial fez Lino Tavares sonhar mais alto.</p>
<p>&#8220;Falei com o Andrew, disse-lhe que tínhamos de lançar o produto na Europa. Ele disse que não tinha tempo, pelo que decidi ser eu mesmo a tratar disso&#8221;, conta. Portugal foi imediatamente escolhido como ponto de partida pelo empresário luso-americano. A Soiree Europa abriu portas em finais de 2008, tem sede em Lagos e um armazém em Lisboa, de onde se faz a distribuição para o resto da Europa. Os decantadores são produzidos exclusivamente à mão em duas fábricas na China.</p>
<p>O ano passado foi o ano do lançamento do produto no mercado nacional, mas é em 2010 que a Soiree Europa espera vir a ter vendas já mais expressivas. &#8220;Este ano já temos encomendas da Alemanha, França e Áustria, nomeadamente de empresas que querem oferecer brindes aos participantes de conferência e formações&#8221;, refere Lino Tavares. Até ao final do ano, a empresa espera comercializar 10 mil unidades, arrecadando receitas de 200 mil a 250 mil euros.</p>
<p>Além da Internet, o produto está à venda em lojas de produtores de vinho, lojas especializadas e <em>gourmet </em>em Portugal, seguindo a mesma estratégia dos EUA. Mas, segundo Lino Tavares, a tendência futura pode ser caminhar para a massificação do produto, tornando-o mais acessível ao público em geral. Ao mesmo tempo, a Soiree Europa pretende lançar-se em novos países, sobretudo com grande tradição na área dos vinhos, como a Espanha ou a Itália.</p>
<p><strong>Uma arte secular anterior ao Império Romano</strong></p>
<p>As vantagens de decantar o vinho não geram consenso entre os especialistas.</p>
<p>Embora a arte de decantar o vinho seja ainda mais antiga, foi na Roma antiga que se começaram a fazer decantadores em vidro. Contudo, após a queda do Império Romano, a produção deste material tornou-se escassa e a maioria dos decantadores passaram a ser feitos de bronze, prata, ouro ou cerâmica. Só nos tempos áureos da Renascença italiana, os venezianos introduziriam novamente o vidro na confecção dos decantadores e inventaram o seu design actual. O último &#8220;acrescento&#8221; acabaria por ser feito pelos fabricantes de vidro britânicos que, nos anos 30 do século XVIII, criaram uma rolha de vidro para limitar a exposição do vinho ao ar.</p>
<p>Mas, afinal, para que serve o decantador? Em termos metafóricos, faz com que vinho respire, ao reproduzir aquele movimento circular que fazemos com o copo antes de beber. A ideia é estimular o movimento das moléculas existentes no vinho, de modo a que estas libertem mais componentes de aroma e, se for caso disso, suavizem o grau de acidez.</p>
<p>Trata-se, contudo, de uma matéria que não gera grande consenso no mundo dos vinhos. Enquanto vários especialistas continuam a defender as virtudes de decantar, há também que conteste a sua eficácia, defendendo mesmo que a exposição prolongada do vinho ao oxigénio acaba por dissipar componentes aromáticos em vez de os estimular.</p>
<p><label>2010-08-22 09:00</label></p>
<p><label></label><label>Ana Rita Faria, Público</label></p>
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		<title>Palácio do Planalto, em Brasília, com detectores da Global Fire</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 08:36:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sonia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portugal é notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Um português a viver na Dinamarca teve um dia a ideia de criar uma empresa de detecção de incêndios.
Seis anos depois, corria o ano de 2000, decidiu mudar-se de malas e bagagens para a costa algarvia, onde permanece desde então. Hoje os equipamentos da Global Fire estão espalhados por todo o mundo. O Palácio do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://portugaltribe.com/wp-content/palacio-do-planalto.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-991" src="http://portugaltribe.com/wp-content/palacio-do-planalto.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a>Um português a viver na Dinamarca teve um dia a ideia de criar uma empresa de detecção de incêndios.</p>
<p>Seis anos depois, corria o ano de 2000, decidiu mudar-se de malas e bagagens para a costa algarvia, onde permanece desde então. Hoje os equipamentos da Global Fire estão espalhados por todo o mundo. O Palácio do Planalto, em Brasília, foi das mais recentes conquistas.</p>
<p>Desde a Mongólia à Islândia, passando pela Argentina e o Bangladesh, a Global Fire Equipment (GFE) está presente em todos os continentes, num total de 63 países. A estratégia passa pela criação de parcerias locais que poupam o encargo de criação de estruturas.</p>
<p>A exportação, que representa 75% da facturação desta empresa, deverá subir este ano graças ao aceleramento &#8220;apreciável&#8221; das vendas, &#8220;especialmente no Brasil, Médio Oriente e em alguns países do leste Europeu&#8221;. O mesmo não se pode dizer de Espanha que &#8220;continua debilitada, junto com a Itália&#8221;, frisa o accionista e fundador da empresa. João Paulo Ajami.</p>
<p>Porém, se na maioria dos países para onde exporta a Global Fire assume uma &#8220;posição de destaque&#8221;, o mesmo não acontece em Portugal! &#8220;Somos vistos um pouco como o parente pobre&#8221;, afirma João Paulo Ajami, lembrando a conhecida expressão: &#8220;a relva do vizinho é sempre mais verde&#8221;.</p>
<p>Petrobras, General Motors, LG, e Roche Farmacêutica são apenas algumas das empresas, de maiores dimensões, que utilizam equipamentos da marca Global Fire. Mas os mais recentes motivos de orgulho dos três sócios da empresa são o equipamento instalado no Palácio do Planalto, em Brasília, e a obtenção de certificação europeia da central principal.</p>
<p>Em 2009, a empresa com sede em Faro montou equipamentos de detecção de incêndio em mais de 20.000 locais por todo o mundo, desde um simples café de esquina até aeroportos internacionais. João Paulo Ajami explica que para conseguir dar a conhecer a empresa além fronteiras é preciso &#8220;um investimento intenso e continuado&#8221; quer através da presença em vários certames internacionais do ramo &#8211; o que faz com que o accionista passe boa parte do tempo pelos ares &#8211; quer através da presença que têm vindo a reforçar na Internet.</p>
<p>Mas dar a conhecer o produto não chega. &#8220;Qualidade, performance, flexibilidade e sobretudo um serviço de apoio aos clientes difícil de igualar&#8221; são as chaves do sucesso da Global Fire que o ano passado facturou 3,750 milhões de euros e que espera atingir os 4,250 milhões este ano.</p>
<p><label>2010-08-25 10:31</label></p>
<p><label></label><label>MC,</label>Jornal de Negócios</p>
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		<title>Lisbon named top city break destination Lisbon is the best city break destination for UK travellers this year, according to a report from Kelkoo</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 09:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sonia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portugal é notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[The price comparison website ranked a number of popular holiday cities based on criteria such as value for money, climate and other important factors for holidaymakers.
European destinations dominated the list, with Lisbon taking top place ahead of Athens, Istanbul and Barcelona.
Hong Kong was found to be the safest destination with 4.3 policemen and only 12 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>The price comparison website ranked a number of popular holiday cities based on criteria such as value for money, climate and other important factors for holidaymakers.</p>
<p>European destinations dominated the list, with Lisbon taking top place ahead of Athens, Istanbul and Barcelona.</p>
<p>Hong Kong was found to be the safest destination with 4.3 policemen and only 12 crimes for every 1,000 people, while Krakow, Istanbul and Lisbon occupied the top spots for overall value for money.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-985 aligncenter" src="http://portugaltribe.com/wp-content/torre-de-Belem1-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" /></p>
<p>The research found that 85% of Britons see affordability as the most important aspect of a city break, with security (81%), weather (78%) and good food (77%) not far behind.</p>
<p>Bruce Fair, managing director of Kelkoo UK, said: &#8216;In the current climate, British holidaymakers seem to be more cost-conscious than ever and the trend for taking shorter but more frequent breaks is still proving popular.</p>
<p>&#8216;The extended August bank holiday weekend presents the perfect opportunity for a city getaway and those hoping to secure a last-minute deal might do well to consider Lisbon.&#8217;</p>
<p>Opodo cheap flights, hotels and car hire &#8211; let the journey begin!</p>
<p><label>2010-08-26 12:35</label></p>
<p><label></label><label>Opodo Travel News</label></p>
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		<title>Martifer produz primeiro protótipo para energia das ondas em 2011</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 08:56:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O primeiro-ministro afirmou hoje que a empresa Navalria, do grupo Martifer, é responsável pela nova forma com que Portugal encara a indústria da construção naval.

&#8220;Todo o país olha para o sector da construção naval com uma nova expectativa, em função do trabalho que a Navalria tem realizado&#8221;, afirmou José Sócrates na sua visita às instalações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro afirmou hoje que a empresa Navalria, do grupo Martifer, é responsável pela nova forma com que Portugal encara a indústria da construção naval.</p>
<p><a href="http://portugaltribe.com/wp-content/WaveTidal_w281xh230_tcm156-305292.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-970" title="WaveTidal_w281xh230_tcm156-305292" src="http://portugaltribe.com/wp-content/WaveTidal_w281xh230_tcm156-305292.jpg" alt="" width="281" height="230" /></a></p>
<p>&#8220;Todo o país olha para o sector da construção naval com uma nova expectativa, em função do trabalho que a Navalria tem realizado&#8221;, afirmou José Sócrates na sua visita às instalações da empresa de Aveiro, por altura da assinatura de um contrato de investimento no âmbito do Sistema de Incentivos à Inovação do Quadro de Referência Nacional Estratégico (QREN).</p>
<p>Referindo-se à nova dinâmica que o Grupo Martifer imprimiu à empresa desde que a adquiriu em 2007, José Sócrates acrescentou que essa evolução se ficou a dever a uma &#8220;aposta empresarial&#8221; e representa &#8220;uma prova de confiança da Navalria na economia portuguesa&#8221;.</p>
<p>&#8220;O espírito do empresário é sempre o de quem arrisca e, tendo uma ambição, não hesita em correr riscos&#8221;, observou o primeiro-ministro. &#8220;O país precisa dessa cultura empresarial&#8221;.</p>
<p>O contrato hoje assinado entre a administração da Navalria e a AICEP &#8212; Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal prevê um investimento na ordem dos 7,5 milhões de euros, com um incentivo associado de dois milhões.</p>
<p>Carlos Martins, presidente do Grupo Martifer, adiantou que essas verbas vão ser aplicadas na modernização do estaleiro da Navalria, com vista à produção de plataformas off-shore para torres eólicas e dispositivos para o aproveitamento da energia das ondas do mar.</p>
<p>&#8220;Em 2011 é nossa intenção construir neste estaleiro o primeiro protótipo da Martifer para a energia das ondas&#8221;, afirmou Carlos Martins. &#8220;A construção naval à escala global faz todo o sentido e tem razão de ser em Portugal&#8221;.</p>
<p>Recordando que a Navalria empregava em 2008 cerca de 80 pessoas e que actualmente tem ao seu serviço cerca de 300, o presidente do grupo Martifer revelou que esse crescimento ao nível do pessoal se reflectiu também no &#8220;aumento significativo&#8221; das exportações da empresa.</p>
<p>Agora, o investimento apoiado pelo QREN vai permitir a criação de mais 34 postos de trabalho na empresa e Carlos Martins faz já previsões a médio prazo: &#8220;Em cruzeiro, o nosso volume de negócios será de 30 milhões e mais de 50 por cento desse valor será em exportações&#8221;.</p>
<p>2010-08-25 14:36</p>
<p>Jornal de Negócios (on-line)</p>
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		<title>Portugal é o 9º produtor nas eólicas e quer subir na lista</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:01:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Portugal é notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Vento:  2600 MW obtidos a partir energia eólica dão a Portugal um lugar entre os dez maiores produtores deste tipo de energia. Os planos apontam para aumentar a capacidade para o dobro, mas os ambientalistas alertam: não podemos sacrificar áreas protegidas em troca de energias renováveis.
Em 2009, 14,1% da energia consumida em Portugal era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vento:  2600 MW obtidos a partir energia eólica dão a Portugal um lugar entre os dez maiores produtores deste tipo de energia. Os planos apontam para aumentar a capacidade para o dobro, mas os ambientalistas alertam: não podemos sacrificar áreas protegidas em troca de energias renováveis.</p>
<p>Em 2009, 14,1% da energia consumida em Portugal era proveniente do vento. Será uma pequena variação, mas espera-se que no final do ano este valor chegue a um número certo: 15%. Com cerca de 1200 aerogeradores e a vontade de aumentar este número para o dobro, Portugal assume o nono lugar mundial no ranking de potência instalada de energia eólica, com cerca de 2600 megawatts (MW). Tudo isto junto permite ao País poupar 200 milhões de euros em importações de gás natural.</p>
<p><a href="http://portugaltribe.com/wp-content/eolica-01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-963" title="eolica-01" src="http://portugaltribe.com/wp-content/eolica-01.jpg" alt="" width="473" height="310" /></a></p>
<p>Uma aposta para diminuir as emissões de gases com efeito de estufa e gastos com a importação de petróleo, como explicou ao DN a ministra do Ambiente, Dulce Pássaro: &#8220;O sector das eólicas é uma aposta que veio para ficar, porque além dos benefícios ambientais também contribui para a economia nacional que neste momento está a exportar energia, bem como aerogeradores e torres produzidos em Portugal.&#8221;</p>
<p>Neste momento existem em Portugal 95 parques eólicos, com um total de 1270 aerogeradores. Tudo isto para se produzirem cerca de 2600 MW de energia. E o futuro aponta para o dobro: quase cinco mil megawatts, tudo graças ao investimento em novos equipamentos. Junto do Ministério do Ambiente, o DN apurou que serão construídos no futuro mais 1200 aerogeradores.</p>
<p>A iniciativa também acontece porque, por lei da União Europeia (UE), Portugal tem de atingir os 31% de quota de energias renováveis até 2020 (número acordado para permitir os 20% à UE até essa data), mas os ambientalistas alertam que tem tudo de ser feito com cuidado para não prejudicar a natureza. &#8220;A captação de energias renováveis tem de ser diversificada para diminuir o impacto dos equipamentos no meio ambiente&#8221;, explica Ana Rita Antunes, da Quercus.</p>
<p>Em cinco anos, a ocupação de locais por aerogeradores subiu consideravelmente, factor que pode ser um problema para os projectos futuros. &#8220;Prevê-se que os bons locais [para colocar aerogeradores] já estejam todos ocupados. A partir de agora haverá um maior impacto sobre locais de va- lor natural elevado&#8221;, complementa.</p>
<p>No entanto, para o Ministério do Ambiente, as eólicas são mesmo uma aposta de futuro e, nos últimos cinco anos, foram aprovados 92% dos parques eólicos que foram objecto de avaliação de impacto ambiental. Tudo isto para &#8220;reforçar a posição de Portugal como referência&#8221; no sector das energias renováveis, disse a ministra do Ambiente.</p>
<p>Apesar de os ambientalistas assumirem o problema com os locais de construção dos parques, apoiam o investimento neste tipo de energia porque não deixa de ser &#8220;renovável&#8221; e uma forma de &#8220;diminuir as emissões de dióxido de carbono&#8221; para a atmosfera.</p>
<p>&#8220;Os estudos que têm saído indicam que Portugal não vai conseguir atingir a quota prevista pela União Europeia&#8221;, afirma Ana Rita Antunes, que, apesar de tudo, acha que esta pode ser uma boa notícia para o País. &#8220;A Quercus espera que esta quota nunca seja atingida para não se prejudicar as áreas protegidas em Portugal&#8221;, assume.</p>
<p>2010-08-22 07:26</p>
<p>Diário de Notícias</p>
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		<title>Algarve promove birdwatching em Inglaterra</title>
		<link>http://portugaltribe.com/2010/amar-portugal/algarve-promove-birdwatching-em-inglaterra</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 10:44:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amar Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[(ERTA) vai começar a promover a região como destino de interesse para a observação de aves (birdwatching) em Inglaterra, com a distribuição de um folheto que assinala zonas de interesse numa feira especializada.
&#8220;As aves que se podem avistar no destino são as protagonistas do novo folheto de birdwatching editado pelo Turismo do Algarve e que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://portugaltribe.com/wp-content/Diapositivo2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-958" title="Diapositivo2" src="http://portugaltribe.com/wp-content/Diapositivo2.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a>(ERTA) vai começar a promover a região como destino de interesse para a observação de aves (birdwatching) em Inglaterra, com a distribuição de um folheto que assinala zonas de interesse numa feira especializada.</p>
<p>&#8220;As aves que se podem avistar no destino são as protagonistas do novo folheto de birdwatching editado pelo Turismo do Algarve e que lista ainda as zonas de maior importância ornitológica da região. A brochura vai voar agora até Rutland, Inglaterra, onde será distribuída na British Birdwatching Fair (BBF) entre 20 (sexta-feira) e 22 de Agosto&#8221;, anunciou o Turismo do Algarve.</p>
<p>Além de identificar as zonas do Algarve que maior interesse têm para a observação de aves, como a Ria Formosa ou a Lagoa dos Salgados, entre outras, o folheto diz também quais são as principais espécies residentes e migratórias da região.</p>
<p>&#8220;Os tipos de habitat preferidos das cerca de 300 espécies que passam anualmente pela região também são descritos. Da zona montanhosa da serra do Caldeirão até à zona ribeirinha da foz de Odeleite, muitos &#8211; num total de 11 &#8211; são os locais de eleição para a ocorrência de avifauna&#8221;, precisa a ERTA em comunicado.</p>
<p>O Turismo do Algarve sublinhou que &#8220;a ficha técnica garante que a observação não acontece ao acaso&#8221; e, por isso, o folheto inclui &#8220;a descrição dos locais, o seu estatuto de protecção, o momento ideal para os procurar, a duração do percurso e as aves que se podem encontrar&#8221;.</p>
<p>A feira internacional de turismo ornitológico BBF recebeu 23 mil visitantes em 2009.</p>
<p>&#8220;A edição insere-se na estratégia global que o Turismo do Algarve começou a encetar para o birdwatching, que reúne cerca de 100 milhões de praticantes no mundo&#8221;, afirmou, por seu turno, o presidente do Turismo do Algarve, Nuno Aires.</p>
<p>2010-08-19 09:39</p>
<p>Oje/Lusa</p>
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		<title>Portugal é o 27.º melhor país do mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 09:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carina</dc:creator>
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A revista norte-americana &#8216;Newsweek&#8217; revelou a sua primeira lista dos  melhores países do mundo tendo em conta cinco categorias distintas.
No topo está um país nórdico, a Finlândia, havendo ainda outros três nas primeiras dez posições
&#8220;Se nascesse hoje, que país lhe iria proporcionar a melhor oportunidade de viver uma vida saudável, segura, razoavelmente próspera e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://portugaltribe.com/wp-content/portugal-flag.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-954" title="42-16335804" src="http://portugaltribe.com/wp-content/portugal-flag.jpg" alt="" width="400" height="286" /></a></p>
<p>A revista norte-americana &#8216;Newsweek&#8217; revelou a sua primeira lista dos  melhores países do mundo tendo em conta cinco categorias distintas.</p>
<p>No topo está um país nórdico, a Finlândia, havendo ainda outros três nas primeiras dez posições</p>
<p>&#8220;Se nascesse hoje, que país lhe iria proporcionar a melhor oportunidade de viver uma vida saudável, segura, razoavelmente próspera e com capacidade de ascensão?&#8221; Foi a esta pergunta que a revista norte-americana Newsweek quis responder no seu primeiro ranking dos melhores países do mundo. A resposta acabou por ser Finlândia, com Portugal a surgir no 27.º posto, logo atrás da Grécia.</p>
<p>Num trabalho especial, a revista divulgou o resultado de vários meses de trabalho na análise de cinco categorias específicas: educação, saúde, qualidade de vida, dinamismo económico e ambiente político. A média destes indicadores deu a lista final de 100 países, liderada pela Finlândia e com o Burkina Faso no último lugar.</p>
<p>&#8220;Há verdades que já sabíamos: os melhores países tendem a ser pequenos, ricos, seguros e frios&#8221;, escreve a revista. Mas uma análise mais específica dos dados (possível no site www.newsweek.com) permite examinar um importante número de tendências, quando se comparam países com populações ou rendimentos semelhantes.</p>
<p>Não há dúvida de que os nórdicos dominam nos dez primeiros da lista. Além da Finlândia, em primeiro lugar, surge a Suécia em terceiro, a Noruega em sexto e a Dinamarca em décimo. &#8220;Os melhores países do mundo parecem ter isto em comum: evitam a guerra, vivem na escuridão e mantém um estado constante de depressão e produtividade&#8221;, indicou o escritor Andrei Codrescu, convidado pela revista a analisar este domínio nórdico.</p>
<p>No que respeita a Portugal, é nas áreas da saúde e do ambiente político que o país se destaca. Em ambos está no 23.º lugar da lista. O pior desempenho diz respeito ao dinamismo económico, no qual surgimos em 42.º lugar. Os dados, referentes a 2008 e 2009, apontam por exemplo que são necessários seis dias para se começar um novo negócios e dois anos para se resolver uma insolvência. Em relação ao crescimento produtivo, é de 21,8 dólares por pessoa &#8211; o de Singapura, país que ocupa a primeira posição neste indicador, é de 50,3.</p>
<p>Além deste ranking, a revista escolheu também os dez líderes mundiais que, diz, se podem admirar. Entre eles está o brasileiro Lula da Silva, a chegar ao fim do seu segundo mandato, e o francês Nicolas Sarkozy, &#8220;amado no estrangeiro e odiado em casa&#8221;. A única mulher é a Presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirlead, apelidada de &#8220;a construtora&#8221;. Da lista, curiosamente, não faz parte o americano Barack Obama.</p>
<p><em>2010-08-19 07:30</em></p>
<p><em>Susana Salvador, Diário de Notícias</em></p>
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		<title>É português o melhor Rosé do mundo</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 10:13:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carina</dc:creator>
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Os 275 elementos provenientes de 40 países, que formaram o júri do Concurso Mundial de Bruxelas, elegeram o «Casal da Coelheira Rosé 2009», Como o melhor vinho rosé do mundo em 2010. Produzido na região do Tejo, pelo Centro Agrícola de Tramagal, recebeu o mais honroso galardão atribuído por aquele concurso: o Best Wine Trophy, [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Os 275 elementos provenientes de 40 países, que formaram o júri do Concurso Mundial de Bruxelas, elegeram o «Casal da Coelheira Rosé 2009», Como o melhor vinho rosé do mundo em 2010. Produzido na região do Tejo, pelo Centro Agrícola de Tramagal, recebeu o mais honroso galardão atribuído por aquele concurso: o Best Wine Trophy, título reservado aos vinhos que obtêm a mais alta pontuação na sua categoria.</p>
<p style="text-align: justify;">“Este prémio é motivo de um grande orgulho para quem dedica a sua vida à actividade vitivinícola, pois além de afirmar a qualidade dos vinhos produzidos na Região do Tejo, projecta também o nome de Portugal além-fronteiras”, afirma José Pinto Gaspar, Presidente da CVR Tejo, numa nota divulgada à imprensa.</p>
<p style="text-align: justify;">A equipa de enólogos da Quinta do Casal da Coelheira, define o «Casal da Coelheira Rosé 2009» como um vinho “fresco, jovem e elegante” que reúne “um conjunto de características que apelam ao seu consumo nos meses de Verão”, sendo indicado “para acompanhar iguarias leves, como marisco, peixes, carnes brancas ou saladas”. Feito a partir das castas Syrah e Touriga Nacional, o «Casal da Coelheira Rosé 2009» “possui mais volume e estrutura do que os rosés tradicionais”, apresentando um teor de álcool equivalente aos vinhos tintos (13,5C) e devendo ser servido a uma temperatura entre os 8 e os 10º, indica ainda a nota da CVR Tejo.</p>
<p><a href="http://portugaltribe.com/wp-content/coelheira-rose-copy.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-949" title="coelheira rose copy" src="http://portugaltribe.com/wp-content/coelheira-rose-copy.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a></p>
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		<title>Da Ribeira do Porto para as PlayStation de todo o mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 14:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chama-se Seed Studios, é portuguesa e prepara-se para lançar um jogo para a PlayStation 3, depois de já ter trabalhado para a Nintendo
Na Seed Studios, quando o chefe chega toda a gente fecha apressadamente os &#8220;e-mails&#8221; e as tabelas de Excel e agarra-se aos videojogos. António Gonçalves, o director-geral da empresa portuense, faz questão que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chama-se Seed Studios, é portuguesa e prepara-se para lançar um jogo para a PlayStation 3, depois de já ter trabalhado para a Nintendo</p>
<p>Na Seed Studios, quando o chefe chega toda a gente fecha apressadamente os &#8220;e-mails&#8221; e as tabelas de Excel e agarra-se aos videojogos. António Gonçalves, o director-geral da empresa portuense, faz questão que os colaboradores joguem. Faz parte do trabalho diário de pesquisa.</p>
<p>Em plena zona histórica da Ribeira do Porto está a nascer “Under Siege&#8221;, o primeiro jogo feito por uma empresa portuguesa para a consola PlayStation 3, da Sony.</p>
<p>Fruto do trabalho desenvolvido, ao longo dos últimos dois anos e meio, por uma jovem equipa com cerca de 20 pessoas, &#8220;Under Siege&#8221; é um jogo de estratégia em tempo real vocacionado para o jogo em &#8220;multiplayer&#8221; através da Internet</p>
<p>Vai estar à venda a partir de Outubro na loja &#8220;online&#8221; PlayStation Network &#8211; uma espécie de iTunes em que os utilizadores podem descarregar directamente os jogos para a PlayStation.</p>
<p><a href="http://portugaltribe.com/wp-content/238353-seed_large.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-945" title="238353-seed_large" src="http://portugaltribe.com/wp-content/238353-seed_large.jpg" alt="" width="300" height="131" /></a></p>
<p><strong>Com os pés bem assentes na terra</strong></p>
<p>Ganhar espaço na indústria global de videojogos, dominada por americanos e japoneses, não é tarefa fácil. A semente que deu origem à Seed Studios foi lançada em 2006 pela LT Studios, uma empresa nortenha que trabalha com desenho em 3D e vídeo.</p>
<p>Os três funcionários da nova divisão de Investigação e Desenvolvimento (R&amp;D) já se conheciam dos tempos de faculdade. Nessa altura, tinham já desenvolvido projectos amadores na área dos videojogos, nos quais trabalhavam aos fins-de-semana e nas férias.</p>
<p>No início, &#8220;era importante manter os pés assentes no chão e dedicarmo-nos a projectos curtos e simples que pudessem ser terminados e rendibilizados rapidamente&#8221;, explica António Gonçalves, director-geral da empresa.</p>
<p>Os primeiros projectos foram encomendados por uma empresa nacional, a Gamelnvest. &#8220;Sudoku For Kids&#8221; foi lançado para o PC e posteriormente adaptado para a Nintendo DS. Seguiram-se &#8220;Toy Shop&#8221; e &#8220;Aquatic Tales&#8221;, também pequenos jogos direccionados para o público infanto-juvenil.</p>
<p>&#8220;Foram pequenos projectos que, além de uma facturação rápida, nos deram um ‘know-how&#8217; e um primeiro contacto com esta indústria&#8221;, assinala o responsável.</p>
<p>O sucesso dos primeiros jogos deu-lhes coragem para ir bater à porta da Sony com uma proposta para um jogo de estratégia, o &#8220;Under Siege&#8221;. &#8220;Sentimos que estávamos preparados para dar o passo&#8221;, afirma António Gonçalves.</p>
<p><strong>Concorrência, procura-se</strong></p>
<p>&#8220;A maioria das empresas adoraria não ter concorrência. Mas, no nosso caso, seria fantástico termos empresas nacionais com quem competir&#8221;, atira o responsável Não ter um mercado minimamente amadurecido significa, por exemplo, não haver universidades a fazer formação nesta área.</p>
<p>Para já, além da formação no estrangeiro, as empresas do sector continuam a ter que preencher as fileiras com autodidactas e com pessoas de outras áreas como o &#8220;design&#8221; e a programação que queiram &#8220;dar o salto&#8221;, explica o responsável.</p>
<p>A &#8220;falta de massa crítica&#8221; é também um obstáculo na obtenção de financiamento. Os 1,2 milhões de euros que envolveu a produção de &#8220;Under Siege&#8221; foram obtidos através de um apoio do IAPMEI e de financiamento por parte de um conjunto de bancos nacionais, além de fundos da própria empresa.</p>
<p>O sucesso do &#8220;Under Siege&#8221; pode levar a empresa par um novo patamar. O objectivo oficial é chegar às 100 mil cópias vendidas. &#8220;Mas entre 100 mil e um milhão, tudo é possível&#8221;, diz António Gonçalves.</p>
<p><strong>Os obstáculos</strong></p>
<p>Inexistência de uma indústria nacional</p>
<p>A fase embrionária em que a indústria dos videojogos se encontra em Portugal reflecte-se, desde logo, na dificuldade em recrutar novos talentos, &#8220;porque não se ensina a fazer videojogos em Portugal&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, a falta de um verdadeiro mercado no nosso país e de várias empresas concorrentes complica a obtenção de financiamento.</p>
<p>Este é um negócio que foge aos moldes tradicionais, o que do ponto de vista do investidor dificulta a avaliação do risco e dos possíveis retornos. &#8220;Como se faz uma análise financeira para três ou cinco anos? Não é assim que esta indústria funciona. É tudo muito mais rápido&#8221;, explica António Gonçalves.</p>
<p><strong>As soluções</strong></p>
<p>Gestão cuidadosa dos recursos</p>
<p>Estas limitações obrigam a uma cuidadosa gestão dos recursos e dos orçamentos disponíveis. &#8220;Há que manter os pés bem assentes na terra e não embarcar logo em projectos megalómanos&#8221;, alerta o director-geral da Seed Studios. Depois de alguns projectos encomendados, há pouco mais de dois anos a empresa sentiu a segurança (ao nível financeiro e dos conhecimentos) para embarcar num projecto próprio de grande envergadura: o &#8220;Under Siege&#8221;, para a Playstation 3.</p>
<p>&#8220;É importante haver uma humildade que nos obrigue a lutar pelo nosso espaço, mas também tem que existir uma grande ambição e certeza de que somos capazes&#8221;, considera o responsável.</p>
<p><strong>A concretização</strong></p>
<p>Inovação pode ser a chave</p>
<p>Para encontrar espaço numa indústria polarizada nos EUA e na Ásia, a criação de produtos inovadores foi a resposta encontrada pela Seed Studios. Neste caso, o jogo &#8220;Under Siege&#8221; pertence a um subgénero ao qual os jogadores associam habitualmente o teclado e o rato da plataforma PC, os &#8220;Real Time Strategv (RTS)&#8221;. O desafio foi criar um jogo controlável com os comandos da PS3.</p>
<p>O sucesso de &#8220;Under Siege&#8221; poderá dar outra escala à Seed Studios, com o alargamento da equipa. Será também uma forma para que &#8220;estudantes, investidores e o mercado levem a sério esta indústria em Portugal&#8221;, diz António Gonçalves.</p>
<p><em>2010-08-19 10:47</em></p>
<p><em>Edgar Caetano, Jornal de Negócios</em></p>
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		<title>Hand Crafted Portuguese Wines</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 10:16:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[In the heart of Portugal’s wine-producing region of Ribatejo, the estate of Pinhal da Torre was always well known for crafting wines of quality and elegance, and is now receiving acclaim and rave reviews from wine critics world-wide.

Owned by the Saturnino Cunha family, Pinhal da Torre combines the knowledge and experience gained through generations dedicated [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>In the heart of Portugal’s wine-producing region of Ribatejo, the estate of Pinhal da Torre was always well known for crafting wines of quality and elegance, and is now receiving acclaim and rave reviews from wine critics world-wide.<a href="http://portugaltribe.com/wp-content/logopinhaldatorre1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-936" title="logopinhaldatorre" src="http://portugaltribe.com/wp-content/logopinhaldatorre1.jpg" alt="" width="100" height="45" /></a></p>
<p><a href="http://portugaltribe.com/wp-content/glass2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-938" title="glass" src="http://portugaltribe.com/wp-content/glass2.jpg" alt="" width="208" height="139" /></a></p>
<p>Owned by the Saturnino Cunha family, Pinhal da Torre combines the knowledge and experience gained through generations dedicated to the vine to provide today’s consumer with many special and memorable wines.</p>
<p>Cultivating traditional Portuguese varieties such as Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca, Trincadeira, Castelão (Periquita), Arinto and Fernão Pires, along side non-native varieties like Syrah.</p>
<p>Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc and Merlot, Pinhal da Torre blends tradition with innovation to create wines from the Ribatejo region that are distinguished and distinct in character.</p>
<p>The town of Alpiarça (located in the center of Ribatejo) is where Pinhal da Torre farms its two adjoining properties: Quinta do Alqueve, occupying an area of 36 hectares, and Quinta São João, with 22 hectares.</p>
<p>Wines from both properties are crafted and kept at Quinta São João, in a historic wine cellar that was built in 1947.</p>
<p>This old cellar is being redesigned by the famous architect Isay Weinfeld, who is transforming this singular space to include a restaurante, a wine store and a tastings room.</p>
<p><em>2010-08-19 07:57</em></p>
<p><em>aicep Portugal Global</em></p>
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