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Empresa familiar dedicada aos SPA prepara entrada na Bolsa em 2011 0

Com certeza que o alemão Goffried Goldmann nem sequer sonhava que o grupo que estava a fundar, em 1983, no Algarve, chegaria à Bolsa 30 anos depois. Mas é quase uma realidade.

O Grupo Ambiente, que se dedica essencialmente à instalação de SPA, quer ser a primeira empresa portuguesa a entrar no Alternext, um mercado bolsista dedicado às Pequenas e Médias Empresas (PME). O objectivo deste grupo familiar é acelerar o seu crescimento, designadamente através da internacionalização.

“Neste momento estamos numa bifurcação, ou continuávamos a crescer devagar, ou aumentávamos o nosso capital para expandir o negócio”, contou Martin Goldman. O accionista e filho do fundador do Grupo Ambiente adiantou ao Negócios que a entrada no mercado de capitais, se por um lado “é mais exigente, também irá trazer mais disciplina ao nível da gestão”.

Para cumprir todos os requisitos da Alternext,o Grupo Ambiente precisa ainda de realizar um aumento de capital. “Neste momento estamos a injectar cerca de dois milhões de euros através de capital privado, pré-IPO (Oferta Pública de Venda), mas temos que chegar aos cinco milhões de euros”, ex­licou o administrador. O objectivo da empresa é ter todo o processo concluído, para entrar em Bolsa em Outubro de 2011. “Estamos disponíveis para alienar até 40% do grupo, porque a visão é nossa e queremos continuar a geri-lo”, acrescentou Martin Goldman.

O Grupo Ambiente avaliou os seus activos em 2,9 milhões de euros. Contudo, a sua expectativa é que esse valor atinja, a prazo, os 14,5 milhões de euros.

Grupo Ambiente quer gerir SPA

O Grupo Ambiente começou a sua actividade, no Algarve, com a venda de materiais de luxo para casas de banho e cozinhas. E 30 anos depois, a empresa familiar foi constituindo subsidiárias e novas marcas, centrando a maior parte do seu negócio na instalação de SPA.

O grupo quer continuar a crescer e prevê arrancar com o negócio da gestão de SPA já este ano. “Neste momento estamos a preparar seis unidades só em termos de instalação do SPA e prevemos arrancar com a primeira unidade gerida por nós em Angola, com o grupo Sana”, disse Martin Goldman. O Grupo Ambiente deverá arrancar com uma nova marca para este negócio da gestão dos SPA. Esta primeira experiência em Angola irá ditar a expansão internacional da empresa. “Primeiro iremos ver como corre”, acrescentou, admitindo que o objectivo é crescer para países como a Tunísia e Irlanda.

A crise provocou o abrandamente de algumas obras, como foi o caso do hotel da cadeia Hilton, no Algarve, que está parado. “A crise também nos está a levar para fora de Portugal, eu não posso esperar pelo mercado português”, referiu o mesmo responsável. Além do SPA no Conrad, no Algarve, o Grupo Ambiente é responsável pela instalação dos SPA em Vale do Lobo, do Virgin Active, no Porto, ou no Altis Belém.

No final de 2010, o grupo prevê registar uma facturação de 2,5 milhões, valor que prevê que aumente para 6 milhões, em

2014. Dentro de 4 anos, o grupo prevê ter 26 SPA sob gestão.

SPA AJUDAM A AUMENTAR RECEITAS

São cada vez mais os hotéis que possuem SPA. Esta infra-estrutura passou a ser um dos elementos de diferenciação das unidades hoteleiras. De acordo com alguns estudos internacionais, os SPA podem incrementar as receitas hoteleiras em 20%.

Já deixou de ser moda, para ser um produto que veio para ficar. A maioria dos investidores, ou gestores hoteleiros, já planeiam a construção dos hotéis prevendo a instalação de uma zona de bem-estar (“wellness”).

Na última década, o segmento do bem-estar aumentou em 50%, na Europa, e nos próximos anos esse crescimento deverá rondar entre os 5% e os 10%. De acordo com estudos internacionais, a abertura de um SPA ou de uma área de “wellness” poderá incrementar em 20% as receitas das respectivas unidades hoteleiras. Assim, no futuro, a instalação de um SPA será normal nas unidades hoteleiras de quatro e cinco estrelas, segundo o estudo da Schletterer, “SPA Trends 2020″. Actualmente, cerca de 700 hotéis já se enquadram nesta tendência, na sua maioria de quatro estrelas, referiu o mesmo estudo, citado pela imprensa internacional. Nos próximos dois anos existe um potencial de quase 300 novas unidades hoteleiras, espalhadas pelo mundo, que já deverão prever a construção do seu SPA.

Em Portugal existem 133 SPA nas mais de 5 mil unidades hoteleiras espalhadas pelo país, segundo os dados divulgados pelo Turismo de Portugal e pela Associação da Hotelaria de Portugal. O mercado nacional “dispõe de abundantes recursos termais e instalações de SPA e ‘wellness’ sofisticadas”, referiu o relatório do GE produzido pela Associação Empresarial de Portugal. Nesta mesma análise é referido que, na próxima década, “é possível imprimir ao sector uma velocidade de crescimento anual acumulado na ordem dos 8%”. Já de acordo com o Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT), as regiões do Norte e do Centro serão as que têm maior potencial. O PENT referiu ainda que as grandes marcas de SPA chegarão a Portugal nos próximos anos e que os hotéis de 5 estrelas todos terão SPA. Este mercado deverá registar um crescimento que rondará os 10% ao ano, ainda segundo as previsões no PENT.

2010-08-11 07:43

Ana Torres Pereira, Jornal de Negócios

Vendas de Vinho do Porto aumentam 0

Os números das vendas de vinho do Porto no primeiro semestre de 2010 revelam uma evolução positiva.

O crescimento de 5,6% na quantidade total vendida, cerca de 4 milhões de caixas, quando comparado com o primeiro semestre de 2009, a par do crescimento do preço médio associado à evolução das categorias especiais, representam uma mudança positiva nas estatísticas dos últimos anos e boas notícias para o sector.

O Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) manifesta satisfação pela evolução destes primeiros seis meses do ano.

A leitura dos gráficos e dos números das vendas de vinho do Porto no primeiro semestre de 2010 deixam o sector motivado, mas com as devidas reservas. O crescimento de 5,6% na quantidade total vendida (quase 4 milhões de caixas) quando comparando com o primeiro semestre de 2009, é notório mas uma parte deste crescimento ficará a dever-se à reposição de stocks por parte da distribuição, pois os mesmos ter-se-ão situado em níveis bastante baixos no final de 2009 em alguns mercados.

Assim, não é de esperar que no final do ano de 2010 se registe um crescimento tão acentuado quanto o que se verifica agora; se o segundo semestre do presente ano for igual ao do ano anterior, então chegaremos ao final de 2010 com um volume de vendas de 9,5 milhões de caixas, correspondendo a um volume de negócios de 367 milhões de euros; esses números representarão, em comparação com 2009, acréscimos de 2,5% na quantidade, de 4,5% no volume de negócios e de 2,0% no preço médio.

De realçar, sim, o crescimento do preço médio (que já não se verifica desde 2005), relacionado com a evolução ao nível das categorias especiais, ainda mais destacada que o total da comercialização; no primeiro semestre de 2010 todas as categorias especiais, sem excepção, apresentam crescimentos significativos (com pelo menos dois dígitos) na quantidade vendida, com especial destaque para o Vintage (+163,5%), muito por influência do sucesso do Vintage 2007.

Assim, é expectável que as categorias especiais recuperem em termos de quota de mercado e que o seu peso na quantidade comercializada em 2010 se venha a situar nos 18,3% (17,6% em 2009).

aicep Portugal Global

Está Aberto o 17º Concurso dos Troféus Luso-Franceses 0

A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Francesa abriu as inscrições para o 17º Concurso dos Troféus Luso-Franceses.

Amorim & Irmãos; Legrand Eléctrica; Frulact; Renova; Portucel; Grupo Delta, Roff, Carris e também numerosas PME’s até 100 empregados tais como: Algeco, Alvaro Coelho e Irmãos, Gran Cruz, Quinta do Carmo, Mirtisul, José Júlio Jordão, Lauak Portuguesa, Flexidoor, Gramperfil…

FAÇA COMO ELAS, CANDIDATE-SE E SEJA UM POTENCIAL VENCEDOR!

Solicite um dossier… Tel: 21 324 19 93 / faustinhof@ccilf.pt

ou

preencha directamente o dossier de candidatura on-line até 30 de Agosto.


Os Prémios serão atribuídos no dia 14 de Outubro no decorrer de um Jantar de Gala no Pestana Palace Hotel Lisboa.

Para mais informações, CLIQUE AQUI
Todas as empresas têm o seu lugar neste Concurso, qualquer que seja o seu ramo de actividade e/ ou a sua dimensão… a candidatura (a um ou vários prémios) é gratuita, não há nenhum custo de participação, nem subscrição ou qualquer adesão que seja.

aicep Portugal Global

Ouro para Monsaraz Premium em Bruxelas 0

O vinho Monsaraz Premium, da Carmim, alcançou a medalha de ouro no concurso internacional ‘Monde Selection’, um dos mais emblemáticos concursos de vinhos da Europa, que teve lugar em Bruxelas.

Fundado em 1961, em Bruxelas, o Monde Selection é a mais antiga e representativa organização que se dedica à apreciação da qualidade de produtos.

O concurso de vinho tem vindo a conquistar o seu espaço, e este ano teve a participação de produtores de mais de 20 países de todo o mundo, tendo contado com mais de 500 vinhos em prova.

O Monsaraz Premium Tinto é a mais recente aposta da Carmim, assumindo-se como o novo topo de gama da empresa, com uma quantidade limitada de 15.000 garrafas.

As uvas provenientes da vindima manual dos seus associados são descarregadas e imediatamente desengaçadas e esmagadas. A fermentação alcoólica decorre em cuba inox, após a qual, o vinho realiza a fermentação maloláctica em barricas de carvalho francês, nas quais estagia posteriormente durante oito meses. Após este período cumpriu três meses de estágio em garrafa.

Depois, este Alicante Bouschet complementado com outras castas DOC Reguengos é engarrafado, apresentando um aspecto retinto com aromas de frutos pretos e algumas notas florais, de cacau e café. Na boca é denso, profundo, com um prolongado final de prova. Nota prova enologia Carmim

Com este prémio, a Carmim chega aos 15 prémios em 2010, depois de ter registado nove galardões no ano anterior: duas medalhas de ouro, Reguengos Reserva Tinto 2005 na Bacchus 08 e Régia Colheita Branco no Challenge Internacional Du Vin; três de prata no Bacchus 08, no Wine Masters Challenge e na Wine and Spirit Competition; e uma de bronze na Decanter 08, além de uma medalha de recomendação no Wine Masters Challenge 08.

aicep Portugal Global

Portugal no mapa do sector aeronáutico 0

Portugal esteve pela primeira vez representado na Feira Aeronáutica de Farnborough, em Londres, com uma representação de cerca de 40 empresas, fruto da parceria estabelecida entre o AICEP Portugal Global e o Barclays, que visa potenciar o ‘cluster’ aeronáutico português.

“Portugal passou a estar no mapa do sector aeronáutico para os grandes grupos mundiais”, afirmou aos jornalistas Luís Florindo, administrador executivo do AICEP, destacando a importância da decisão da brasileira Embraer, a terceira maior empresa do sector em termos mundiais, de investir 150 milhões de euros na construção de duas fábricas em Portugal.

Segundo o responsável, as empresas portuguesas dos mais diversos sectores, desde as especializadas nos componentes até às fabricantes de ’sofware’, estão cada vez mais envolvidas no sector aeronáutico.

“Há todo o potencial para fazer mais coisas na área aeronáutica, do espaço e da defesa em Portugal”, salientou Luís Florindo.
Já o administrador do Barclays Portugal, João Coutinho, na mesma ocasião, assegurou que o banco de origem britânica “quer estar próximo dos projetos da Embraer e das empresas que com ela colaborarão no futuro”.

Por seu turno, o presidente da Embraer Europa, Luiz Fuchs, garantiu que o gigante sul-americano está interessado em colaborar com as empresas portuguesas que atuam neste sector, tendo realçado que “já mais de uma dezena de empresas portuguesas já estão certificadas” pelas autoridades aeronáuticas internacionais.

Luiz Fuchs admitiu mesmo ser muito provável que haja envolvimento de empresas portuguesas no projeto do novo avião de carga KC-390, que será brevemente desenvolvido pela Embraer.

Jornal da Madeira (on-line)

EDIGMA Lança Mascote Interactiva 0

A EDIGMA acaba de lançar no mercado português o DISPLAX™ Crayon, um produto totalmente vocacionado para crianças e pensado para incutir neste público conceitos pedagógicos de uma forma divertida.

Para o efeito, através de uma mesa interactiva, decidiu criar uma mascote virtual – o TOKAS – que vai ter a missão de orientar as crianças para que, através de toques no ecrã, contactem com jogos cujo objectivo é o de as sensibilizar para temas como a reciclagem, prevenção rodoviária, protecção do meio ambiente, a prática de desportos e alimentação saudável.

“É uma mais-valia em espaços públicos e sociais caracterizados por alguns períodos de espera, como hospitais, clínicas privadas, instituições públicas, jardins de infância ou shopping centers, onde as crianças possam estar entretidas com os conteúdos, enquanto aguardam pelos pais”, refere Miguel Peixoto de Oliveira, CEO da EDIGMA.

Entre outras vantagens referidas pela empresa, o DISPLAX™ Crayon permite ainda a inclusão de conteúdos/aplicações específicas (por exemplo, campanhas de saúde), reduz a circulação de crianças por outros espaços e, ao dispensar a utilização de papéis, lápis e outros materiais, conserva o espaço limpo.

A EDIGMA acrescenta que a estratégia para a comercialização do DISPLAX™ Crayon no mercado internacional vai assentar no papel desempenhado pela sua rede internacional de distribuidores, que já garantiu que países como a Holanda, Turquia e Arábia Saudita se tornassem nos primeiros a importar este produto.

aicep Portugal Global

Vinhos, Azeites e Queijos nacionais em grande destaque em feira agrícola de Bruxelas 0

Uma parceria entre a ViniPortugal, a Casa do Azeite e a Associação Nacional dos Industriais de Lacticínios (ANIL), levou os vinhos, azeites e queijos portugueses, nos passados dias 18 e 19, a uma Feira de divulgação de produtos agrícolas europeus, em Bruxelas.

Esta presença portuguesa foi coordenada pelo Gabinete de Planeamento e de Politicas do Ministério da Agricultura.

Nesta feira, que teve lugar na Place Ste Catherine em Bruxelas sob o tema “Le Gout de la vie” e à qual aderiram vários milhares de visitantes, estiveram representados 11 agentes económicos portugueses do Sector do Vinho, mostrando o que de melhor há de Norte a Sul de Portugal, incluindo espumantes e licorosos.

Para além dos vinhos, estiveram à prova os queijos nacionais vencedores do concurso “Melhor Queijo 2009″ integrado no certame “Tr3s dias com Queijo” e uma selecção de 16 azeites das quatro principais regiões produtoras nacionais (entre os quais os dois primeiros prémios do “Concurso Internacional de Qualidade Mario Solinas 2010″).

Para dar maior destaque aos produtos em degustação, foi também um filme intitulado “Prove Portugal”, que captou a atenção de muitos consumidores estrangeiros.

A realização desta Feira Agrícola de Bruxelas surgiu no âmbito de uma Conferência organizada pela Comissão Europeia e que se centrou na actual situação da agricultura europeia e a reforma da política agrícola pós 2013.

No final do dia 19, o acesso à Feira ficou reservado aos participantes da Conferência, que aderiram em massa ao evento e que mostraram grande apreço pelos produtos nacionais, tendo o stand de Portugal inclusivamente sido um dos mais visitados.

A ViniPortugal aderiu a esta iniciativa para promover, junto de consumidores estrangeiros, a qualidade dos Vinhos de Portugal, bem como a sua importância na cultura portuguesa e a sua diversidade em termos de castas e terroirs, e considera que os objectivos foram plenamente atingidos.

aicep Portugal Global

Empresas portuguesas criaram 272 empregos no Reino Unido 0

O Reino Unido atraiu oito projectos de investimento português no ano fiscal 2009/10 que criaram 272 empregos, sobretudo nas áreas de tecnologias de informação e energia.

A economia britânica recebeu no ano passado de 1619 projectos de investidores estrangeiros, menos que os 1744 em 2008/09.

A tendência foi inversa no número de empresas portuguesas a entrar neste mercado, que aumentou de cinco para oito, adiantou fonte da agência de apoio ao investimento estrangeiro (UK Trade & Investment) à agência Lusa.

Este investimento resultou na criação de 266 novos postos de trabalho e salvou outros seis em perigo, somando 272 empregos.

No total, o número de empregos gerados pelo investimento estrangeiro no Reino Unido foi superior em 20 por cento ao ano anterior, totalizando 94 mil novos postos de trabalho.

Apesar de não terem sido identificados os projetos portugueses, um será liderado pela Critical Software, a única empresa portuguesa representada hoje na conferência dos 100 principais investidores estrangeiros no Reino Unido.

Outro será aquele onde participa a EDP Renováveis na criação de um parque eólico na Escócia, cujo concurso foi ganho em janeiro.

O diretor da agência da AICEP em Londres, Bernardo Ivo Cruz, não ficou surpreendido com este número e garante ser “certo que são mais do que oito” empresas portuguesas a investir no Reino Unido.

“Estas são provavelmente as empresas angariadas pela UKTI”, justificou.

O investimento português, explicou, é o resultado da melhoria das relações comerciais com o mercado britânico, em que Portugal subiu de quinto para quarto na lista de clientes.

Apesar de tanto Portugal como o Reino Unido terem estado em recessão durante parte do ano passado, “os números melhoraram substancialmente”, disse Bernardo Ivo Cruz, em declarações à Lusa.

“Foi um ano extraordinariamente difícil”, admitiu hoje o ministro da Economia britânico numa conferência de imprensa, referindo-se à contracção em 40 por cento do investimento estrangeiro a nível global.

Mas Vince Cable congratulou-se por o Reino Unido continuar a ser a “primeira escolha” na lista de países europeus para receber empresas portuguesas.

Parte do interesse reside no fato de muitas multinacionais terem sede ou representações em Londres, vincou Andrew Levi, o diretor de investimento da UKTI, à Lusa.

“Londres continua a ser um centro global e a principal cidade para negócios na Europa”, sustentou.

O governo britânico não quantifica o volume do investimento estrangeiro no país, mas uma estimativa da consultora Ernst & Young estimou que ronde um mil milhões de dólares (cerca de 787 mil milhões de euros).

Lusa

Ulrich diz que “Portugal vai ultrapassar bem a crise 0

O presidente do Banco BPI, Fernando Ulrich, considerou hoje que a economia portuguesa, e o sistema financeiro, em particular, têm resistido bem à crise internacional, e que o país vai conseguir ultrapassar as dificuldades actuais.

“Estamos a viver essa crise financeira internacional, mas estou certo que vamos ultrapassar”, disse à agência Lusa Fernando Ulrich, sublinhando que “Portugal tem resistido bem e o sistema financeiro português também”.

“Por isso, temos agora um período de ajustamento, que tem as suas dificuldades, mas eu estou seguro que Portugal vai ultrapassar bem” a crise, reforçou o banqueiro.

Ulrich falou à Lusa no final de um evento promovido hpje em Lisboa pelo Aicep Portugal Global e pela Associação Industrial Portuguesa (AIP), em parceria com o Banco BPI, poucas horas antes de a agência de notação financeira Moody’s ter anunciado cortes no ‘rating’ de oito bancos portugueses.

A Moody’s cortou hoje o ‘rating’ de oito instituições financeiras nacionais, com cinco a descerem um nível e outros três a serem cortados em dois níveis, na sequência do corte em dois níveis do ‘rating’ da dívida pública portuguesa.

Em comunicado, a agência indicou que o ‘rating’ da Caixa Geral de Depósitos, do Santander Totta, do Banco Espírito Santo (BES), do Banco BPI e do Espírito Santo Financial Group foi revisto em baixa em um nível.

O Banco Comercial Português (BCP), o Montepio Geral e o Banif sofreram, por sua vez, um corte de dois níveis.

Já o ‘rating’ atribuído ao Banco Português de Negócios manteve-se inalterado.

Lusa

Vinho Verde: Mercado externo cresce 14 por cento 0

14 por cento foi o crescimento das vendas de Vinho Verde no mercado externo nos quatro primeiros meses do ano, comparativamente a período homólogo de 2009.

Os dados recentemente apresentados pelo Instituto Nacional de Estatística, e que denotam o aumento da exportação em mais de 556 mil litros entre Janeiro e Abril, sublinham a supremacia dos EUA que mantém a liderança dos mercados internacionais, crescendo 45 por cento relativamente ao mesmo período do ano passado. França foi outro mercado em que este crescimento foi notório.

Os EUA, que já em 2009 tinham crescido 27 por cento relativamente a 2008, voltam a crescer nestes primeiros quatro meses do ano 45 por cento, o que representa um aumento de quase 377 mil litros de Vinho Verde. Para França e Reino Unido, o crescimento das vendas rondou os 100 mil litros em cada um dos mercados. No Brasil, entre Janeiro e Abril, as vendas aumentaram cerca de 61 mil litros, no Luxemburgo mais de 43 mil e no Canadá cerca de 25 mil litros. O crescimento das vendas do Vinho Verde foi notório em quase todos os mercados internacionais.

Estes dados vêm confirmar e consolidar o crescimento das vendas nos mercados externos. Se 2009 foi considerado o melhor ano ao nível das exportações de Vinho Verde, a avaliar pelos resultados alcançados nos quatro primeiros meses de 2010, a expectativa para os resultados do final do ano aumenta.

aicep Portugal Global

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