Temas Portugal é notícia

Palácio do Planalto, em Brasília, com detectores da Global Fire 0

Um português a viver na Dinamarca teve um dia a ideia de criar uma empresa de detecção de incêndios.

Seis anos depois, corria o ano de 2000, decidiu mudar-se de malas e bagagens para a costa algarvia, onde permanece desde então. Hoje os equipamentos da Global Fire estão espalhados por todo o mundo. O Palácio do Planalto, em Brasília, foi das mais recentes conquistas.

Desde a Mongólia à Islândia, passando pela Argentina e o Bangladesh, a Global Fire Equipment (GFE) está presente em todos os continentes, num total de 63 países. A estratégia passa pela criação de parcerias locais que poupam o encargo de criação de estruturas.

A exportação, que representa 75% da facturação desta empresa, deverá subir este ano graças ao aceleramento “apreciável” das vendas, “especialmente no Brasil, Médio Oriente e em alguns países do leste Europeu”. O mesmo não se pode dizer de Espanha que “continua debilitada, junto com a Itália”, frisa o accionista e fundador da empresa. João Paulo Ajami.

Porém, se na maioria dos países para onde exporta a Global Fire assume uma “posição de destaque”, o mesmo não acontece em Portugal! “Somos vistos um pouco como o parente pobre”, afirma João Paulo Ajami, lembrando a conhecida expressão: “a relva do vizinho é sempre mais verde”.

Petrobras, General Motors, LG, e Roche Farmacêutica são apenas algumas das empresas, de maiores dimensões, que utilizam equipamentos da marca Global Fire. Mas os mais recentes motivos de orgulho dos três sócios da empresa são o equipamento instalado no Palácio do Planalto, em Brasília, e a obtenção de certificação europeia da central principal.

Em 2009, a empresa com sede em Faro montou equipamentos de detecção de incêndio em mais de 20.000 locais por todo o mundo, desde um simples café de esquina até aeroportos internacionais. João Paulo Ajami explica que para conseguir dar a conhecer a empresa além fronteiras é preciso “um investimento intenso e continuado” quer através da presença em vários certames internacionais do ramo – o que faz com que o accionista passe boa parte do tempo pelos ares – quer através da presença que têm vindo a reforçar na Internet.

Mas dar a conhecer o produto não chega. “Qualidade, performance, flexibilidade e sobretudo um serviço de apoio aos clientes difícil de igualar” são as chaves do sucesso da Global Fire que o ano passado facturou 3,750 milhões de euros e que espera atingir os 4,250 milhões este ano.

Jornal de Negócios

Lisbon named top city break destination Lisbon is the best city break destination for UK travellers this year, according to a report from Kelkoo 0

The price comparison website ranked a number of popular holiday cities based on criteria such as value for money, climate and other important factors for holidaymakers.

European destinations dominated the list, with Lisbon taking top place ahead of Athens, Istanbul and Barcelona.

Hong Kong was found to be the safest destination with 4.3 policemen and only 12 crimes for every 1,000 people, while Krakow, Istanbul and Lisbon occupied the top spots for overall value for money.

The research found that 85% of Britons see affordability as the most important aspect of a city break, with security (81%), weather (78%) and good food (77%) not far behind.

Bruce Fair, managing director of Kelkoo UK, said: ‘In the current climate, British holidaymakers seem to be more cost-conscious than ever and the trend for taking shorter but more frequent breaks is still proving popular.

‘The extended August bank holiday weekend presents the perfect opportunity for a city getaway and those hoping to secure a last-minute deal might do well to consider Lisbon.’

Opodo cheap flights, hotels and car hire – let the journey begin!

Portugal é o 9º produtor nas eólicas e quer subir na lista 0

Vento: 2600 MW obtidos a partir energia eólica dão a Portugal um lugar entre os dez maiores produtores deste tipo de energia. Os planos apontam para aumentar a capacidade para o dobro, mas os ambientalistas alertam: não podemos sacrificar áreas protegidas em troca de energias renováveis.

Em 2009, 14,1% da energia consumida em Portugal era proveniente do vento. Será uma pequena variação, mas espera-se que no final do ano este valor chegue a um número certo: 15%. Com cerca de 1200 aerogeradores e a vontade de aumentar este número para o dobro, Portugal assume o nono lugar mundial no ranking de potência instalada de energia eólica, com cerca de 2600 megawatts (MW). Tudo isto junto permite ao País poupar 200 milhões de euros em importações de gás natural.

Uma aposta para diminuir as emissões de gases com efeito de estufa e gastos com a importação de petróleo, como explicou ao DN a ministra do Ambiente, Dulce Pássaro: “O sector das eólicas é uma aposta que veio para ficar, porque além dos benefícios ambientais também contribui para a economia nacional que neste momento está a exportar energia, bem como aerogeradores e torres produzidos em Portugal.”

Neste momento existem em Portugal 95 parques eólicos, com um total de 1270 aerogeradores. Tudo isto para se produzirem cerca de 2600 MW de energia. E o futuro aponta para o dobro: quase cinco mil megawatts, tudo graças ao investimento em novos equipamentos. Junto do Ministério do Ambiente, o DN apurou que serão construídos no futuro mais 1200 aerogeradores.

A iniciativa também acontece porque, por lei da União Europeia (UE), Portugal tem de atingir os 31% de quota de energias renováveis até 2020 (número acordado para permitir os 20% à UE até essa data), mas os ambientalistas alertam que tem tudo de ser feito com cuidado para não prejudicar a natureza. “A captação de energias renováveis tem de ser diversificada para diminuir o impacto dos equipamentos no meio ambiente”, explica Ana Rita Antunes, da Quercus.

Em cinco anos, a ocupação de locais por aerogeradores subiu consideravelmente, factor que pode ser um problema para os projectos futuros. “Prevê-se que os bons locais [para colocar aerogeradores] já estejam todos ocupados. A partir de agora haverá um maior impacto sobre locais de va- lor natural elevado”, complementa.

No entanto, para o Ministério do Ambiente, as eólicas são mesmo uma aposta de futuro e, nos últimos cinco anos, foram aprovados 92% dos parques eólicos que foram objecto de avaliação de impacto ambiental. Tudo isto para “reforçar a posição de Portugal como referência” no sector das energias renováveis, disse a ministra do Ambiente.

Apesar de os ambientalistas assumirem o problema com os locais de construção dos parques, apoiam o investimento neste tipo de energia porque não deixa de ser “renovável” e uma forma de “diminuir as emissões de dióxido de carbono” para a atmosfera.

“Os estudos que têm saído indicam que Portugal não vai conseguir atingir a quota prevista pela União Europeia”, afirma Ana Rita Antunes, que, apesar de tudo, acha que esta pode ser uma boa notícia para o País. “A Quercus espera que esta quota nunca seja atingida para não se prejudicar as áreas protegidas em Portugal”, assume.

2010-08-22 07:26

Diário de Notícias

Portugal é o 27.º melhor país do mundo 0

A revista norte-americana ‘Newsweek’ revelou a sua primeira lista dos melhores países do mundo tendo em conta cinco categorias distintas.

No topo está um país nórdico, a Finlândia, havendo ainda outros três nas primeiras dez posições

“Se nascesse hoje, que país lhe iria proporcionar a melhor oportunidade de viver uma vida saudável, segura, razoavelmente próspera e com capacidade de ascensão?” Foi a esta pergunta que a revista norte-americana Newsweek quis responder no seu primeiro ranking dos melhores países do mundo. A resposta acabou por ser Finlândia, com Portugal a surgir no 27.º posto, logo atrás da Grécia.

Num trabalho especial, a revista divulgou o resultado de vários meses de trabalho na análise de cinco categorias específicas: educação, saúde, qualidade de vida, dinamismo económico e ambiente político. A média destes indicadores deu a lista final de 100 países, liderada pela Finlândia e com o Burkina Faso no último lugar.

“Há verdades que já sabíamos: os melhores países tendem a ser pequenos, ricos, seguros e frios”, escreve a revista. Mas uma análise mais específica dos dados (possível no site www.newsweek.com) permite examinar um importante número de tendências, quando se comparam países com populações ou rendimentos semelhantes.

Não há dúvida de que os nórdicos dominam nos dez primeiros da lista. Além da Finlândia, em primeiro lugar, surge a Suécia em terceiro, a Noruega em sexto e a Dinamarca em décimo. “Os melhores países do mundo parecem ter isto em comum: evitam a guerra, vivem na escuridão e mantém um estado constante de depressão e produtividade”, indicou o escritor Andrei Codrescu, convidado pela revista a analisar este domínio nórdico.

No que respeita a Portugal, é nas áreas da saúde e do ambiente político que o país se destaca. Em ambos está no 23.º lugar da lista. O pior desempenho diz respeito ao dinamismo económico, no qual surgimos em 42.º lugar. Os dados, referentes a 2008 e 2009, apontam por exemplo que são necessários seis dias para se começar um novo negócios e dois anos para se resolver uma insolvência. Em relação ao crescimento produtivo, é de 21,8 dólares por pessoa – o de Singapura, país que ocupa a primeira posição neste indicador, é de 50,3.

Além deste ranking, a revista escolheu também os dez líderes mundiais que, diz, se podem admirar. Entre eles está o brasileiro Lula da Silva, a chegar ao fim do seu segundo mandato, e o francês Nicolas Sarkozy, “amado no estrangeiro e odiado em casa”. A única mulher é a Presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirlead, apelidada de “a construtora”. Da lista, curiosamente, não faz parte o americano Barack Obama.

2010-08-19 07:30

Susana Salvador, Diário de Notícias

É português o melhor Rosé do mundo 0

Os 275 elementos provenientes de 40 países, que formaram o júri do Concurso Mundial de Bruxelas, elegeram o «Casal da Coelheira Rosé 2009», Como o melhor vinho rosé do mundo em 2010. Produzido na região do Tejo, pelo Centro Agrícola de Tramagal, recebeu o mais honroso galardão atribuído por aquele concurso: o Best Wine Trophy, título reservado aos vinhos que obtêm a mais alta pontuação na sua categoria.

“Este prémio é motivo de um grande orgulho para quem dedica a sua vida à actividade vitivinícola, pois além de afirmar a qualidade dos vinhos produzidos na Região do Tejo, projecta também o nome de Portugal além-fronteiras”, afirma José Pinto Gaspar, Presidente da CVR Tejo, numa nota divulgada à imprensa.

A equipa de enólogos da Quinta do Casal da Coelheira, define o «Casal da Coelheira Rosé 2009» como um vinho “fresco, jovem e elegante” que reúne “um conjunto de características que apelam ao seu consumo nos meses de Verão”, sendo indicado “para acompanhar iguarias leves, como marisco, peixes, carnes brancas ou saladas”. Feito a partir das castas Syrah e Touriga Nacional, o «Casal da Coelheira Rosé 2009» “possui mais volume e estrutura do que os rosés tradicionais”, apresentando um teor de álcool equivalente aos vinhos tintos (13,5C) e devendo ser servido a uma temperatura entre os 8 e os 10º, indica ainda a nota da CVR Tejo.

Da Ribeira do Porto para as PlayStation de todo o mundo 0

Chama-se Seed Studios, é portuguesa e prepara-se para lançar um jogo para a PlayStation 3, depois de já ter trabalhado para a Nintendo

Na Seed Studios, quando o chefe chega toda a gente fecha apressadamente os “e-mails” e as tabelas de Excel e agarra-se aos videojogos. António Gonçalves, o director-geral da empresa portuense, faz questão que os colaboradores joguem. Faz parte do trabalho diário de pesquisa.

Em plena zona histórica da Ribeira do Porto está a nascer “Under Siege”, o primeiro jogo feito por uma empresa portuguesa para a consola PlayStation 3, da Sony.

Fruto do trabalho desenvolvido, ao longo dos últimos dois anos e meio, por uma jovem equipa com cerca de 20 pessoas, “Under Siege” é um jogo de estratégia em tempo real vocacionado para o jogo em “multiplayer” através da Internet

Vai estar à venda a partir de Outubro na loja “online” PlayStation Network – uma espécie de iTunes em que os utilizadores podem descarregar directamente os jogos para a PlayStation.

Com os pés bem assentes na terra

Ganhar espaço na indústria global de videojogos, dominada por americanos e japoneses, não é tarefa fácil. A semente que deu origem à Seed Studios foi lançada em 2006 pela LT Studios, uma empresa nortenha que trabalha com desenho em 3D e vídeo.

Os três funcionários da nova divisão de Investigação e Desenvolvimento (R&D) já se conheciam dos tempos de faculdade. Nessa altura, tinham já desenvolvido projectos amadores na área dos videojogos, nos quais trabalhavam aos fins-de-semana e nas férias.

No início, “era importante manter os pés assentes no chão e dedicarmo-nos a projectos curtos e simples que pudessem ser terminados e rendibilizados rapidamente”, explica António Gonçalves, director-geral da empresa.

Os primeiros projectos foram encomendados por uma empresa nacional, a Gamelnvest. “Sudoku For Kids” foi lançado para o PC e posteriormente adaptado para a Nintendo DS. Seguiram-se “Toy Shop” e “Aquatic Tales”, também pequenos jogos direccionados para o público infanto-juvenil.

“Foram pequenos projectos que, além de uma facturação rápida, nos deram um ‘know-how’ e um primeiro contacto com esta indústria”, assinala o responsável.

O sucesso dos primeiros jogos deu-lhes coragem para ir bater à porta da Sony com uma proposta para um jogo de estratégia, o “Under Siege”. “Sentimos que estávamos preparados para dar o passo”, afirma António Gonçalves.

Concorrência, procura-se

“A maioria das empresas adoraria não ter concorrência. Mas, no nosso caso, seria fantástico termos empresas nacionais com quem competir”, atira o responsável Não ter um mercado minimamente amadurecido significa, por exemplo, não haver universidades a fazer formação nesta área.

Para já, além da formação no estrangeiro, as empresas do sector continuam a ter que preencher as fileiras com autodidactas e com pessoas de outras áreas como o “design” e a programação que queiram “dar o salto”, explica o responsável.

A “falta de massa crítica” é também um obstáculo na obtenção de financiamento. Os 1,2 milhões de euros que envolveu a produção de “Under Siege” foram obtidos através de um apoio do IAPMEI e de financiamento por parte de um conjunto de bancos nacionais, além de fundos da própria empresa.

O sucesso do “Under Siege” pode levar a empresa par um novo patamar. O objectivo oficial é chegar às 100 mil cópias vendidas. “Mas entre 100 mil e um milhão, tudo é possível”, diz António Gonçalves.

Os obstáculos

Inexistência de uma indústria nacional

A fase embrionária em que a indústria dos videojogos se encontra em Portugal reflecte-se, desde logo, na dificuldade em recrutar novos talentos, “porque não se ensina a fazer videojogos em Portugal”.

Por outro lado, a falta de um verdadeiro mercado no nosso país e de várias empresas concorrentes complica a obtenção de financiamento.

Este é um negócio que foge aos moldes tradicionais, o que do ponto de vista do investidor dificulta a avaliação do risco e dos possíveis retornos. “Como se faz uma análise financeira para três ou cinco anos? Não é assim que esta indústria funciona. É tudo muito mais rápido”, explica António Gonçalves.

As soluções

Gestão cuidadosa dos recursos

Estas limitações obrigam a uma cuidadosa gestão dos recursos e dos orçamentos disponíveis. “Há que manter os pés bem assentes na terra e não embarcar logo em projectos megalómanos”, alerta o director-geral da Seed Studios. Depois de alguns projectos encomendados, há pouco mais de dois anos a empresa sentiu a segurança (ao nível financeiro e dos conhecimentos) para embarcar num projecto próprio de grande envergadura: o “Under Siege”, para a Playstation 3.

“É importante haver uma humildade que nos obrigue a lutar pelo nosso espaço, mas também tem que existir uma grande ambição e certeza de que somos capazes”, considera o responsável.

A concretização

Inovação pode ser a chave

Para encontrar espaço numa indústria polarizada nos EUA e na Ásia, a criação de produtos inovadores foi a resposta encontrada pela Seed Studios. Neste caso, o jogo “Under Siege” pertence a um subgénero ao qual os jogadores associam habitualmente o teclado e o rato da plataforma PC, os “Real Time Strategv (RTS)”. O desafio foi criar um jogo controlável com os comandos da PS3.

O sucesso de “Under Siege” poderá dar outra escala à Seed Studios, com o alargamento da equipa. Será também uma forma para que “estudantes, investidores e o mercado levem a sério esta indústria em Portugal”, diz António Gonçalves.

2010-08-19 10:47

Edgar Caetano, Jornal de Negócios

Hand Crafted Portuguese Wines 0

In the heart of Portugal’s wine-producing region of Ribatejo, the estate of Pinhal da Torre was always well known for crafting wines of quality and elegance, and is now receiving acclaim and rave reviews from wine critics world-wide.

Owned by the Saturnino Cunha family, Pinhal da Torre combines the knowledge and experience gained through generations dedicated to the vine to provide today’s consumer with many special and memorable wines.

Cultivating traditional Portuguese varieties such as Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca, Trincadeira, Castelão (Periquita), Arinto and Fernão Pires, along side non-native varieties like Syrah.

Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc and Merlot, Pinhal da Torre blends tradition with innovation to create wines from the Ribatejo region that are distinguished and distinct in character.

The town of Alpiarça (located in the center of Ribatejo) is where Pinhal da Torre farms its two adjoining properties: Quinta do Alqueve, occupying an area of 36 hectares, and Quinta São João, with 22 hectares.

Wines from both properties are crafted and kept at Quinta São João, in a historic wine cellar that was built in 1947.

This old cellar is being redesigned by the famous architect Isay Weinfeld, who is transforming this singular space to include a restaurante, a wine store and a tastings room.

2010-08-19 07:57

aicep Portugal Global

Imperial cria chocolates exclusivos para o Brasil 0

Jubileu Carré e Jubileu Minitabletes serão comercializados nas cadeias de retalho, espaços gourmet e nas lojas Duty Free dos aeroportos.

A Imperial, o maior fabricante português de chocolates, acaba de lançar dois novos produtos: Jubileu Carré e Jubileu Minitabletes. Criados exclusivamente para o mercado brasileiro, estes chocolates – integrados na gama Jubileu – estão disponíveis, a partir de Setembro, nas principais superfícies comerciais do país, nas delicatessen e ainda nas lojas Duty Free dos aeroportos brasileiros.

Recorrendo a um conceito unidose inovador, o Jubileu Carré permite monitorizar o consumo diário de chocolate de uma forma funcional. Trata-se de um produto que vai ao encontro das necessidades da população brasileira, preocupada com o impacto da nutrição na saúde e para a manutenção da linha. Já o Jubileu Minitabletes – constituído por pequenas tabletes de chocolate sortidas, com seis sabores diferentes – distingue-se não só pela variedade de paladares, mas também pela embalagem atractiva

A Imperial – reconhecida pela qualidade dos produtos – já se encontra presente no mercado brasileiro desde 2000, com as marcas Jubileu, Regina, Pantagruel e Fantasias. Com a criação destes dois novos produtos, a Imperial reforça a comercialização de Jubileu e, consequentemente, a posição da marca no Brasil.

2010-08-19 11:05
aicep Portugal Global

«The New York Times» encantado com renováveis em Portugal 0

Jornal destaca que Portugal espera ser primeiro país a inaugurar rede nacional de carregamento de carros eléctricos já em 2011

Cerca de 45% da electricidade produzida em Portugal provém de energias renováveis, destaca esta terça-feira o jornal «The New York Times» que enaltece a aposta do Governo português nesta matéria.

«Quase 45% da electricidade em Portugal deriva de fontes renováveis, um aumento de 17% face aos últimos cinco anos» escreve o jornal norte-americano que dedica três páginas a esta matéria e faz destaque na primeira página.

Cinco anos depois de o Governo português liderado por José Sócrates ter «embarcado em projectos ambiciosos relacionados com as energias renováveis», o «The New York Times» refere também «que Portugal espera ser o primeiro país a inaugurar uma rede nacional de carregamento de carros eléctricos» já em 2011.

«Ouvi todo o tipo de comentários: é um bom sonho, é incomportável, é muito caro», disse a propósito o primeiro-ministro, José Sócrates, citado pelo jornal, acrescentando que «a experiência portuguesa mostra que é possível mudar num curto período de tempo», escreve a Lusa.

Bares de Lisboa «alimentados» por energia «limpa»

O jornal menciona que «actualmente, os melhores bares de Lisboa, as fábricas do Porto e os «resorts» mais «glamourosos» do Algarve são alimentandos substancialmente por energia limpa».

No entanto, e apesar de a Agência Internacional de Energia ter classificado de «sucesso notável» a transição energética em Portugal, esta refere que «não é ainda claro que os custos financeiros, bem como o impacto no preço final ao consumidor, sejam compreendidos e bem aceites».

«Não imaginam as pressões que sofremos no primeiro ano», disse ao mesmo jornal o antigo ministro da Economia, Manuel Pinho, um dos grandes impulsionadores da aposta portuguesa nas energias renováveis: ondas, sol e vento.

Apesar de alguns obstáculos, «as políticas agressivas tomadas pelo Governo português para acelerar o recurso às energias renováveis estão a ser bem sucedidas», escreve o jornal, que cita um estudo sobre energias alternativas da Universidade de Cambridge, Estados Unidos.

De acordo com este último (estudo), estima-se que em 2025 a electricidade em países como a Irlanda, Dinamarca e Reino Unido seja proveniente de fontes renováveis. Também o Canadá e o Brasil deverão integrar este grupo.

2010-08-10 14:45

Agência Financeira

Empresa familiar dedicada aos SPA prepara entrada na Bolsa em 2011 0

Com certeza que o alemão Goffried Goldmann nem sequer sonhava que o grupo que estava a fundar, em 1983, no Algarve, chegaria à Bolsa 30 anos depois. Mas é quase uma realidade.

O Grupo Ambiente, que se dedica essencialmente à instalação de SPA, quer ser a primeira empresa portuguesa a entrar no Alternext, um mercado bolsista dedicado às Pequenas e Médias Empresas (PME). O objectivo deste grupo familiar é acelerar o seu crescimento, designadamente através da internacionalização.

“Neste momento estamos numa bifurcação, ou continuávamos a crescer devagar, ou aumentávamos o nosso capital para expandir o negócio”, contou Martin Goldman. O accionista e filho do fundador do Grupo Ambiente adiantou ao Negócios que a entrada no mercado de capitais, se por um lado “é mais exigente, também irá trazer mais disciplina ao nível da gestão”.

Para cumprir todos os requisitos da Alternext,o Grupo Ambiente precisa ainda de realizar um aumento de capital. “Neste momento estamos a injectar cerca de dois milhões de euros através de capital privado, pré-IPO (Oferta Pública de Venda), mas temos que chegar aos cinco milhões de euros”, ex­licou o administrador. O objectivo da empresa é ter todo o processo concluído, para entrar em Bolsa em Outubro de 2011. “Estamos disponíveis para alienar até 40% do grupo, porque a visão é nossa e queremos continuar a geri-lo”, acrescentou Martin Goldman.

O Grupo Ambiente avaliou os seus activos em 2,9 milhões de euros. Contudo, a sua expectativa é que esse valor atinja, a prazo, os 14,5 milhões de euros.

Grupo Ambiente quer gerir SPA

O Grupo Ambiente começou a sua actividade, no Algarve, com a venda de materiais de luxo para casas de banho e cozinhas. E 30 anos depois, a empresa familiar foi constituindo subsidiárias e novas marcas, centrando a maior parte do seu negócio na instalação de SPA.

O grupo quer continuar a crescer e prevê arrancar com o negócio da gestão de SPA já este ano. “Neste momento estamos a preparar seis unidades só em termos de instalação do SPA e prevemos arrancar com a primeira unidade gerida por nós em Angola, com o grupo Sana”, disse Martin Goldman. O Grupo Ambiente deverá arrancar com uma nova marca para este negócio da gestão dos SPA. Esta primeira experiência em Angola irá ditar a expansão internacional da empresa. “Primeiro iremos ver como corre”, acrescentou, admitindo que o objectivo é crescer para países como a Tunísia e Irlanda.

A crise provocou o abrandamente de algumas obras, como foi o caso do hotel da cadeia Hilton, no Algarve, que está parado. “A crise também nos está a levar para fora de Portugal, eu não posso esperar pelo mercado português”, referiu o mesmo responsável. Além do SPA no Conrad, no Algarve, o Grupo Ambiente é responsável pela instalação dos SPA em Vale do Lobo, do Virgin Active, no Porto, ou no Altis Belém.

No final de 2010, o grupo prevê registar uma facturação de 2,5 milhões, valor que prevê que aumente para 6 milhões, em

2014. Dentro de 4 anos, o grupo prevê ter 26 SPA sob gestão.

SPA AJUDAM A AUMENTAR RECEITAS

São cada vez mais os hotéis que possuem SPA. Esta infra-estrutura passou a ser um dos elementos de diferenciação das unidades hoteleiras. De acordo com alguns estudos internacionais, os SPA podem incrementar as receitas hoteleiras em 20%.

Já deixou de ser moda, para ser um produto que veio para ficar. A maioria dos investidores, ou gestores hoteleiros, já planeiam a construção dos hotéis prevendo a instalação de uma zona de bem-estar (“wellness”).

Na última década, o segmento do bem-estar aumentou em 50%, na Europa, e nos próximos anos esse crescimento deverá rondar entre os 5% e os 10%. De acordo com estudos internacionais, a abertura de um SPA ou de uma área de “wellness” poderá incrementar em 20% as receitas das respectivas unidades hoteleiras. Assim, no futuro, a instalação de um SPA será normal nas unidades hoteleiras de quatro e cinco estrelas, segundo o estudo da Schletterer, “SPA Trends 2020″. Actualmente, cerca de 700 hotéis já se enquadram nesta tendência, na sua maioria de quatro estrelas, referiu o mesmo estudo, citado pela imprensa internacional. Nos próximos dois anos existe um potencial de quase 300 novas unidades hoteleiras, espalhadas pelo mundo, que já deverão prever a construção do seu SPA.

Em Portugal existem 133 SPA nas mais de 5 mil unidades hoteleiras espalhadas pelo país, segundo os dados divulgados pelo Turismo de Portugal e pela Associação da Hotelaria de Portugal. O mercado nacional “dispõe de abundantes recursos termais e instalações de SPA e ‘wellness’ sofisticadas”, referiu o relatório do GE produzido pela Associação Empresarial de Portugal. Nesta mesma análise é referido que, na próxima década, “é possível imprimir ao sector uma velocidade de crescimento anual acumulado na ordem dos 8%”. Já de acordo com o Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT), as regiões do Norte e do Centro serão as que têm maior potencial. O PENT referiu ainda que as grandes marcas de SPA chegarão a Portugal nos próximos anos e que os hotéis de 5 estrelas todos terão SPA. Este mercado deverá registar um crescimento que rondará os 10% ao ano, ainda segundo as previsões no PENT.

2010-08-11 07:43

Ana Torres Pereira, Jornal de Negócios

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