Temas Cultura

7 filmes portugueses seleccionados para o Premier Plans 1

Sete filmes portugueses foram seleccionados para o Festival Premiers Plans, dedicado a primeiras obras e que começa no dia 22 em Angers, França.
Na competição de curtas-metragens está “Arena”, de João Salaviza, Palma de Ouro em Cannes, enquanto “Algo Importante”, do ilustrador João Fazenda, e “Pássaros”, de Filipe Abranches, foram seleccionados para a competição de cinema de animação.
Fora de competição serão exibidos ainda “A meio da noite”, animação de Fernando José Saraiva, e o premiado “Canção de Amor e Saúde”, curta-metragem de João Nicolau.

Sete filmes portugueses foram seleccionados para o Festival Premiers Plans, dedicado a primeiras obras e que começa no dia 22 em Angers, França.

Na competição de curtas-metragens está “Arena”, de João Salaviza, Palma de Ouro em Cannes, enquanto “Algo Importante”, do ilustrador João Fazenda, e “Pássaros”, de Filipe Abranches, foram seleccionados para a competição de cinema de animação.

Fora de competição serão exibidos ainda “A meio da noite”, animação de Fernando José Saraiva, e o premiado “Canção de Amor e Saúde”, curta-metragem de João Nicolau.

fonte: ionline


Sardinha portuguesa com certificação 1

sardinha
A sardinha capturada na costa marítima portuguesa é a única espécie de peixe em toda a Península Ibérica que a partir de sexta-feira passa a ter certificação de qualidade, como resposta às preocupações sobre a sustentabilidade dos recursos.
A Associação Nacional das Indústrias de Conservas de Peixe encara com optimismo a certificação que será atribuída à sardinha capturada na costa portuguesa e adianta que as indústrias estão prontas a responder às exigências de qualidade.
Narciso Castro e Melo, secretário-geral da associação, revelou que as conserveiras se modernizaram-se e estão já a aplicar regras de segurança alimentar que lhes permitem responder aos apertados critérios relacionados com a certificação ambiental da sardinha. A certificação era aliás “indispensável para aumentar a competitividade” da indústria de conservas, sobretudo em relação a Marrocos e Espanha.
Grande parte da produção nacional vai para o mercado externo, em particular para países do norte da Europa onde a sensibilidade em relação ao rótulo ecológico nos produtos alimentares é muito grande, daí a importância vital desta etiqueta.

A sardinha capturada na costa marítima portuguesa é a única espécie de peixe em toda a Península Ibérica que a partir de sexta-feira passa a ter certificação de qualidade, como resposta às preocupações sobre a sustentabilidade dos recursos.

A Associação Nacional das Indústrias de Conservas de Peixe encara com optimismo a certificação que será atribuída à sardinha capturada na costa portuguesa e adianta que as indústrias estão prontas a responder às exigências de qualidade.

Narciso Castro e Melo, secretário-geral da associação, revelou que as conserveiras se modernizaram-se e estão já a aplicar regras de segurança alimentar que lhes permitem responder aos apertados critérios relacionados com a certificação ambiental da sardinha. A certificação era aliás “indispensável para aumentar a competitividade” da indústria de conservas, sobretudo em relação a Marrocos e Espanha.

Grande parte da produção nacional vai para o mercado externo, em particular para países do norte da Europa onde a sensibilidade em relação ao rótulo ecológico nos produtos alimentares é muito grande, daí a importância vital desta etiqueta.

Casa da Música é um dos edifícios da década 2

O The Times colocou a Casa da Música, no Porto, entre os cinco edifícios mais representativos da arquitectura mundial da primeira década do séc. XXI.

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O projecto de Rem Koolhaas nunca foi consensual, a começar pelo arrojo da obra e terminando nos custos da mesma. Mas a verdade é que o edifício já é um marco arquitectónico incontornável na cidade, trazendo turistas de todas as paragens especialmente para visitar a casa. E esta distinção do The Times só vem acentuar esse facto.

Neste grupo restrito estão ainda incluídos o Neues Museum, em Berlim, a Catedral de Nossa Senhora dos Anjos, em Los Angeles, o Eden Project, em Cornwall, e o Gherkin, em Londres.

Para quem ainda não conhece, fica a sugestão de fim-de-semana.

fonte: ionline

Conhecer os Açores em jogo de tabuleiro 0

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“À Descoberta dos Açores” é um jogo que pretende divulgar e promover a história e cultura do arquipélago. Comercializado em Português e Inglês, o jogo já vendeu 4500 exemplares, só nos Açores. Em Toronto, no Canadá, já se distribuíram 3500 e o objectivo é atingir o mesmo número, ainda este ano, na California e no Massachussets.

O jogo permite aos turistas adquirir, de forma lúdica, um maior conhecimento do arquipélago. Assim como permite, às comunidades de emigrantes e seus descendentes, manter uma relação de conteúdo com a terra de origem.

“À Descoberta dos Açores” é um jogo de tabuleiro tradicional, para dois a cinco jogadores, que avançam ao ritmo dos dados e das perguntas sobre as ilhas, sua cultura, história, geografia e tradições.

Fonte: Café Portugal

Cultura Portuguesa, em inglês. 0

Theresa Thomson (Flickr)

É apresentado hoje, na Biblioteca Nacional, o projecto Portuguese Culture, uma colecção da BN Digital que pretende disponibilizar na Internet traduções em língua inglesa de obras de autores portugueses, assim como outras obras nessa língua que tenham Portugal e a nossa Cultura como tema.

A iniciativa é patrocinada pela Fundação Luso-Americana para o desenvolvimento, que, em conjunto com a Biblioteca Nacional Digital, acredita ser fundamental promover a internacionalização da cultura portuguesa.

Entre os conteúdos que, a partir de hoje, estarão disponíveis em Portuguese Culture, contam-se “livros sobre os descobrimentos, as campanhas inglesas em Portugal no tempo das invasões francesas, a partida da corte para o Brasil, Os Lusíadas de Luís de Camões ou três livros de poemas em língua inglesa de Fernando Pessoa; vistas de Lisboa e outros lugares de Portugal, assim como mapas maioritariamente dos séculos XVIII e XIX, impressos na Grã-Bretanha ou nos Estados Unidos da América do Norte. Prevê-se para 2010 um crescimento substancial desta nova colecção especial da Biblioteca Nacional Digital, que será continuada nos anos seguintes.”

Fonte: Blogue BN

Tradições Portuguesas na Passagem de Ano 0

Qual é o seu ritual? Quando baterem as 12 badaladas, na noite de 31 de Dezembro, vai estar a fazer o quê?

Em tempos mais recentes generalizou-se a prática das 12 passas, uma por cada badalada. Cada uva passa vale um desejo, formulado em silêncio. Convém preparar a coisa com antecedência, não vão faltar passas e sobrar desejos. Mesmo os que não apreciam as ditas passas não deixam de as engolir nessa data, tudo em nome da boa sorte. Há ainda quem aumente o grau de dificuldade subindo para uma cadeira e saltando no último segundo para entrar no novo ano com o pé direito.

E porquê 12 passas? Alguns vêem nisso uma referência aos meses do ano. Ou a diferença entre o calendário solar e o lunar, que é precisamente de 12 dias. Nas aldeias até se diz que o tempo que fizer de 26 Dezembro a 4 de Janeiro indica o que virá nos doze meses seguintes. Se a 26 chover, Janeiro será chuvoso, se a 27 estiver um frio seco, assim será Fevereiro e por aí adiante.

Mas este não é o único ritual. Vestir roupa nova para estrear o ano, sem o peso do que termina. Roupa interior azul, para dar sorte, amarela para ganhar dinheiro. Ainda não há muito tempo era comum bater com testos de tachos e panelas, para espantar o Ano Velho, aparentemente um costume ancestral o de afastar as coisas más com barulho. Nos anos 50 e 60 ainda era moda em Lisboa atirar pratos e tachos velhos pela janela. Devia ser bonita a confusão!

Seja qual for o seu ritual de eleição, entre em 2010 com o pé direito. A equipa do PortugalTribe deseja-lhe um Novo Ano em grande.

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